:: Vistani I ::


Jogando com Vistani (Parte 1)

TRADUÇÃO: Johnathas Mendes Beccon

Andarilhos misteriosos, órfãos de três divindades e três mundos.

Sem uma pátria para chamar de sua, os Vistani vagam através do mundo e de seus reflexos. Eles tecem estórias enigmáticas de seu passado e seus costumes são impenetráveis para os forasteiros. Os clãs Vistani são um único povo, formado por diferentes raças, e perambulam, alheios à política e outras preocupações dos locais civilizados. Sua magia e astúcia lhes permitem passar com segurança através do abismo escuro entre áreas ocupadas e atravessar as paredes entre os mundos. Aos sedentários, estes viajantes cheios de manha trazem mercadorias exóticas, notícias, serviços e competências. Eles levam consigo grandes amigos, crianças orfanadas e tudo aquilo que é essencial a sobrevivência, bem como muitos objetos de valor (talvez mais do que receberiam honestamente).

Seja um Vistani se você deseja …
✦ vir de uma cultura que permite desafiar estereótipos raciais apesar de sua raça.
✦ acesso a uma “nação” errante de potenciais aliados, com uma cultura cheia de mistério e aventura.
✦ ser um membro de uma linhagem que favorece o vingador, druida, guerreiro, invocador, ranger ou ladino; ou qualquer classe arcana.

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Santuário (prévia 2)


Acho que já faz um bom tempo desde que eu mudei a data de lançamento para o dia 1º de janeiro de 2010, mas infelizmente ainda não é a hora de anunciar e dizer “está pronto”. No entanto acredito que com essas linhas-guia, muitos fãs serão capazes de criar novas idéias e até colaborar para que o meu trabalho se agilize, já que é bem mais trabalhoso fazer isso tudo sozinho… Alguém se habilita?

Confiram a segunda prévia (agora com 27 páginas) e dêem suas opiniões, já rendeu muitas melhorias no material, acreditem!

Confiram aqui as novidades.

:: Mastering VI ::


RPG Design – A Mágica do Acaso

Uma pedra solta faz com que o pé do oponente deslize, fazendo com que sua projeção potencialmente letal se transforme em um inofensivo tropeço antes que ele seja carregado pela maré da batalha.

O comandante experiente cai enquanto inspeciona as muralhas e quebra uma perna, desmotivando os guerreiros que em breve estarão defendendo estas mesmas muralhas e deixando as decisões de campo nas mãos de um tenente inexperiente.

Uma abertura momentânea nas nuvens deixa um raio de sol brilhar por um instante contra os olhos de um oponente, cegando-o momentaneamente. Por um curto – e fatal – momento, ele não é capaz de ver seu golpe para defender-se.

Hoje em dia isso seria o mesmo que dizer “opa!”, ou “que azarão!”, ou ainda “todo mundo se dá mal de vez em quando!”.

Essa não é a forma como a maioria dos povos ao longo da história teria visto estes sinais. Para eles, o que vemos como “acaso” era a constante intervenção de poderes sobrenaturais; aquele raio de sol era um sinal sobrenatural gritante de graça ou de ira. Afinal de contas, a vida do oponente não fora entregue em suas mãos?

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