:: Truth ::

Falácia! Hipérbole!

Jocoso é o pranto dos que o clamam…
Evocam o nome do sacro boco vosso em vão
E obliteram o real significado de teu legado.

Ardiloso é o filho letrado de teu pai.
E segue por caminhos que, alheios a nossa vontade, lhe foram traçados.
A mente voraz segue sua jornada, devorando os que tentam decifrá-lo.
Não és esfínge no entanto. Homem é o que sois.

Homem-boco. Contumaz guerreiro, dos prados errante. Autóctone dos pampas!
Teu legado é feito de “correios-lúdicos” parafraseados por quimeras audazes.
Gênio perdido entre as ondas de rádio.

Mestre dos discípulos da verdade, macrocéfalo pedante ardiloso, valoroso monge das teses transcendentais, de cuja mente fulguram lúgubres fatos… E vocifera-os em audível tom, para que o mundo, esta esfera morgada em vias de extinção, dele obtenha elucubração.
Não que possa salvá-lo afinal, mas para noticiá-lo.

Informação é tudo.

[i]Veritas est.[/i]

Sucesso meu amigo.

__
“Não adianta só pensar, não adianta refletir, nós temos que agir.
Não podemos ficar parados vendo tudo acontecer, então!
Abra a cabeça!
Não adianta só pensar, não adianta refletir, são todos contra um
correndo na contra mão. Não adianta refletir, não adianta só
pensar, são todos contra um na cadeia alimentar.
Não deixe que a TV tome conta de você, o papa, o povo, o
presidente, a coca-cola, não use só porque os outros usam, não
diga o que os outros dizem, tenha sua atitude, seja você, abra a
cabeça!”

Marcelo Educa/Michel Capozzoli – Abra a Cabeça

[☺]Soundtrack

Durante o curso de nossas vidas, muitas pessoas passam por nós. Algumas passam a vida ao nosso lado, outras passam próximas por algum tempo e mais tarde se distanciam. É inevitável. Seguem seus rumos, seus destinos.

Colegas, amigos, companheiros, parceiros. Todos os nomes que usamos para chamar as pessoas de acordo com esse tempo de convivência, durante o qual ensinamos e aprendemos. Trocamos experiências. Tornamo-nos melhores de alguma forma, ou de muitas formas.

Escrevi esse texto hoje para homenagear um grande amigo, que me apelidou de Lord Byron nos tempos de colégio. Não pretendo aqui me comparar ao mestre da poesia. Aliás, não faço poesia em versos, apenas em significado, nesta pequena lembrança.

Um grande abraço.

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.:[END]:.

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